signos zodiaco1 Origem dos signosDesde os tempos mais remotos, o interesse pelo desconhecido sempre foi uma constante no despertar da ciência e do saber. Várias civilizações antigas, entre as quais os babilónios, egípcios e gregos dedicaram-se à observação do céu e em tentar justificar a crença de que astros podiam influenciar a vida humana e os seus destinos.

A origem dos signos está intimamente ligada à história da astrologia, fazendo ambas parte de um sistema de conhecimentos, tradições e crenças espalhado por todo o planeta e fundamentado nas posições relativas dos corpos celestes. Por exemplo na China, uma tradição antiga diz que Buda, no momento da sua morte, chamou todos os animais para se poder despedir, mas apenas 12 apareceram sendo estes os 12 animais que fazem parte da actual astrologia chinesa (rato, boi, tigre, coelho, dragão, serpente, cavalo, carneiro, macaco, galo, cão, e porco). Também os Astecas e os povos da Mesopotâmia possuem lendas e tradições que justificam a existência dos seus signos astrológicos. São assim vários os mitos associados à origem dos signos, estando quase sempre relacionados com histórias sobre-humanas entre Deuses da mitologia.

O termo astrológico Zodíaco, que significa «círculo de animais», surgiu na antiguidade e indicava o grande cinturão celeste que marcava a trajectória do sol. Durante a sua trajectória, o Sol passava por várias constelações, as quais eram simbolizadas por figuras. No entanto, o Zodíaco variava de civilização para civilização, tanto no número de constelações como nas figuras que as indicavam.

A actual versão do Zodíaco é então o resultado de uma mistura de várias influências da astrologia e conhecimento milenar dos babilónios, egípcios, gregos e romanos. As doze constelações que dão origem aos signos da astrologia ocidental (Carneiro, Touro, Gémeos, Caranguejo, Leão, Virgem, Balança, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes) foram padronizadas ainda na antiguidade. O estabelecimento do Zodíaco proporcionou o aparecimento dos horóscopos individuais e surgiram os mapas astrais, onde através da análise do céu, aquando do momento do nascimento, se conseguiam indicações sobre o destino da pessoa.

A definição dos perfis de cada um dos signos pensa-se ter surgido ainda no inicio da era cristã. Para além das estações do ano, também foram tidos em conta outros factores como por exemplo, a observação do temperamento de pessoas nascidas nos mesmos períodos.

Com o passar dos séculos, a trajectória do sol tem-se alterado, sendo que hoje, o sol passa por certas constelações que não fazem parte do zodíaco e a relação entre a astrologia e a astronomia deixou de existir. Estes factos conduziram a que a astronomia e a ciência não apoiem a astrologia, dizendo que nunca foi observada qualquer relação entre a posição dos astros e a personalidade humana. Argumentam ainda que, qualquer influência de astros no planeta é explicada por leis físicas naturais que não têm qualquer influência na mente humana, não reconhecendo, de modo algum, a validade da astrologia.

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